Lançado no último Dia do Meio Ambiente, o Little Green Data Book 2013 reúne, entre outros indicadores, dados sobre florestas, biodiversidade, agricultura, energia, emissões e água. Informações sobre mais de 200 países são apresentadas.
Capital Natural em Risco: As 100 principais externalidades da atividade comercial
A iniciativa Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade, Teeb, calcula que os 100 principais fatores de impacto negativo ao meio ambiente custam, por ano, US$ 4,7 trilhões, ou mais de R$ 9 trilhões, para a economia mundial.
Segundo o estudo, os custos são gerados pela emissão de gases de efeito estufa, uso da água e da terra, poluição do ar, da terra e da água e desperdício.
Em um ano no qual enchentes na Tailândia afetaram toda a produção global de computadores e secas nos Estados Unidos impulsionaram altas inesperadas nos preços de muitos produtos agrícolas, o setor privado mundial parece convencido de que é preciso se adaptar a uma nova realidade. É o que constata o relatório State of Green Business 2013.
Publicação: Greenbiz Group, fevereiro de 2013 Idioma: inglês
Propostas, conceitos e práticas para aproximar das empresas o desenvolvimento sustentável podem ser encontradas na cartilha Gestão Sustentável nas Empresas, elaborada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade.
Publicação: Sebrae, janeiro de 2013 Idioma: português
Lutando contra o tráfico ilícito da vida selvagem: uma consulta com governos
WWF alerta que apesar de ser um dos maiores mercados criminosos do planeta, movimentando US$ 19 bilhões ao ano, o comércio ilegal de vida selvagem ainda é classificado como sendo um problema menor e não é combatido como deveria.
O Programa Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, desenvolvido pela Câmara Temática de Energia e Mudanças Climáticas do CEBDS (CTC lima), sensibilizou e capacitou 32 fornecedoras de empresas associadas para a realização de seus inventários de emissão de GEE .
De acordo com o último levantamento feito em agosto, 22 dessas empresas já apresentaram, total (15) ou parcialmente (7), seus inventários. O número mostra que o projeto piloto tem um aproveitamento consolidado de 69% e se mostra uma importante ferramenta para as empresas que já perceberam que a maior fonte de emissão de GEE de sua produção está na sua cadeia de fornecedores, como demonstra análise dos inventários publicados pelo programa GHG Protocol.
Publicação: Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) , dezembro de 2012 Idioma: português
O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável - Mulheres e tendências atuais e futuras de consumo no Brasil
O estudo realizado em diversas capitais do país revelou que o brasileiro mostra preocupação com meio ambiente, mas ainda faz pouco; a pesquisa também focou na importância da mulher para o desenvolvimento sustentável.
Publicação: Ministério do Meio Ambiente, julho de 2012 Idioma: português
A pesca no mundo está chegando ao limite e a tendência, segundo os especialistas, é de que, sem controle da produção e do consumo, o cenário fique cada vez pior. Segundo um relatório publicado na semana passada pelo Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), 30% dos peixes do mundo são superexplorados (e podem desaparecer) e outros 57% estão próximos do limite de extração sustentável.
Marco Regulatório sobre Pagamento por Serviços Ambientais no Brasil
Este levantamento reúne as iniciativas legislativas sobre Pagamentos por Serviços Ambientais em desenvolvimento ou já ativas no Brasil, concluindo que é preciso uma regulamentação em nível federal para alinhar as estratégias.
O brasileiro desperdiça água, afirma conhecer formas de economizar o recurso, mas não as coloca em prática. A pesquisa - que faz parte do “Programa Água para a Vida”, uma parceria entre o WWF-Brasil e o Grupo HSBC – mostra que 68% dos entrevistados em 26 estados do país reconhecem o desperdício como a principal causa para o problema de abastecimento de água no futuro.
Publicação: junho de 2012, WWF-Brasil & Ibope Idioma: português
O GEO-5 apresenta o atual estado do meio ambiente global à comunidade internacional, assim como tendências relacionadas, abrangendo a atmosfera, terra, água, biodiversidade e outras áreas. O estudo também inclui uma cartela global de metas ambientais acordadas internacionalmente. Progressos e falhas no caminho para atingir cerca de 90 objetivos – desde o gerenciamento de produtos químicos e os esforços contra a desertificação, até o apoio às zonas úmidas – são exibidas em detalhes.
Carta dos Municípios Brasileiros Pelo Desenvolvimento Sustentável
A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) defende maior protagonismo dos municípios na formulação e implementação de políticas públicas que interferem diretamente no cotidiano das cidades e promovam sustentabilidade econômica, social e ambiental no Brasil. O pedido está expresso na Carta dos Municípios Brasileiros Pelo Desenvolvimento Sustentável, elaborada a partir dos debates realizados durante o I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, realizado pela FNP, que reuniu mais de 2 mil participantes em Brasília (DF) de 27 a 29 de março de 2012.
Na Carta, divulgada nesta quinta-feira (29), a FNP afirma que o desenvolvimento sustentável dos territórios requer novas estratégias, voltadas para o fortalecimento e articulação dos atores locais e para a expansão de suas iniciativas, abrindo-lhes espaços para sua participação protagonista. “Nosso desafio é dialogar com a promoção do desenvolvimento local sustentável, dando ênfase ao fortalecimento dos micro e pequenos empreendimentos urbanos e rurais.”
A Carta dos Municípios Brasileiros Pelo Desenvolvimento Sustentável alerta que o mundo vive um momento desafiador. “A crise financeira e o atual modelo de desenvolvimento dilapidam os recursos naturais e beneficiam uma minoria da população, impactando na qualidade de vida e colocando em risco o futuro do planeta.” O documento também defende a ampliação do debate sobre sustentabilidade ambiental no intuito de permitir que os municípios brasileiros colaborem com os debates da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, onde a Carta também será divulgada.
O Comunicado do Ipea nº 133 - Produtividade no Brasil nos anos 2000-2009: análise das Contas Nacionais afirma que a alta participação dos setores de uso intensivo de recursos naturais na economia torna difícil uma estratégia consistente de crescimento sustentável para o Brasil
O documento afirma ainda que a produtividade do trabalho no país manteve-se praticamente estável entre 2000 e 2009, com variação anual de 0,9%. Mas o que mais salta aos olhos no relatório é o papel destacado da agropecuária, que registrou crescimento de 4,3% e da indústria extrativa, com 1,8%.
Publicação: Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada, fevereiro de 2012 Idioma: português Baixe o comunicado
Revisão sobre serviços ecossistêmicos para Avaliação de Impacto Ambiental
Algumas organizações internacionais já estão exigindo que Avaliações de Impacto Ambiental incluam os impactos sobre serviços ecossistêmicos, porém com a falta de diretrizes claras para tal, o World Resources Institute resolveu redigir esta publicação.
Fundos de Financiamento Socioambiental: quais são, onde estão e como acessá-los
Trabalho identifica muitas das principais fontes de financiamento socioambiental disponíveis no País, as quais podem ser acessadas pelos empresários que efetivamente tenham uma responsabilidade social ampliada na gestão dos seus negócios.
A publicação representa uma primeira compilação das informações sobre os fundos de financiamento socioambiental. O panorama atual indica uma constante mudança nos procedimentos destes fundos, bem como, uma constante inclusão de novas instituições financeiras e linhas de crédito focadas no financiamento socioambiental. De tal forma ocorre esta dinâmica, que revisões constantes são necessárias. E estas virão, acompanhadas de análises mais profundas e maior detalhamento dos procedimentos de acesso aos fundos.
Publicação: Biodiversitas, dezembro de 2010 Idioma: português Baixe a publicação
Propostas empresariais de políticas públicas para uma economia de baixo carbono no Brasil
Este estudo de propostas empresariais de políticas públicas para uma economia de baixo carbono no Brasil - processos industriais e resíduos - elaborado pelo GVces - Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP, é a continuação do estudo feito no ano anterior (energia, transporte e agricultura).
Os estudos são elaborados pelos pesquisadores do GVces e levados as empresas membro da Plataforma Empresas pelo Clima para consulta e construção conjunta das propostas empresariais de políticas públicas. Tais propostas tem foco em uma agenda positiva, de benefícios e estímulos por parte do governo para que as empresas continuem a investir em ações de mitigação e adaptação as mudanças do clima.
O Ibope realizou uma pesquisa com 400 médias e grandes empresas brasileiras e multinacionais atuantes no Brasil, dos ramos da indústria, comércio e serviços, para saber como o empresariado vê e trata a questão ambiental.
O estudo mostra que 94% dos entrevistados dizem ter conhecimento sobre o assunto. Porém, apenas 48% das empresas ouvidas têm políticas de sustentabilidade com metas e ações planejadas. Outras 45% praticam ações pontuais e 7% afirmam não ter qualquer medida para um modelo de gestão sustentável.
Publicação norte-americana classifica as 500 maiores companhias do planeta conforme critérios de sustentabilidade e coloca a seguradora Munich Re em primeiro lugar seguida pela gigante da informática IBM; o Bradesco aparece em quarto.
O negócio da sustentabilidade: Pesquisa Global McKinsey
Realizada com mais de três mil representantes de diversas indústrias e empresas do mundo todo a pesquisa demonstra que integrar a sustentabilidade aos valores das companhias também passou a ser importante para economizar energia, desenvolver produtos, reter e motivar os funcionários e até mesmo obter retorno de capital.
Esta sexta pesquisa do grupo McKinsey revela que, em comparação com o ano passado, muitos executivos passaram a afirmar que os programas de sustentabilidade em suas companhias têm uma contribuição positiva não apenas para o valor de mercado da firma em longo prazo, mas que também pode ser percebido já em um período relativamente curto de tempo.
Publicação: McKinsey, outubro de 2011 Idioma: inglês
Podem os mercados proteger a biodiversidade? Uma avaliação de mecanismos financeiros diferentes
Este relatório discute os pontos fortes e fracos do uso cada vez maior de mecanismos de mercado para a proteção da biodiversidade e seus serviços associados. Ele foi escrito em resposta aos pedidos da Convenção sobre Diversidade Biológica, onde as partes foram convidadas a submeter informação sobre até onde os mecanismos financeiros podem ser utilizados para apoiar os três objetivos da convenção.
Publicação: Departamento de Estudos Internacionais sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da UMB, Instituto Norueguês para Pesquisas da Natureza, Centro Helmholtz para Pesquisas Ambientais e Nova Universidade de Lisboa, junho de 2011 Idioma: inglês Baixe o relatório
Pagamentos por Serviços Ambientais na Mata Atlântica - Lições aprendidas e desafios
O estudo reúne 78 iniciativas já em curso na Mata Atlântica. Os projetos contribuem para a restauração de matas ciliares, proteção e conservação da biodiversidade e ações de conservação e manutenção de recursos hídricos.
Pesquisa que entrevistou nove mil pessoas em oito países mostra que 77% dos consumidores do Brasil estão mais atentos aos problemas ambientais do que aos econômicos e que 48% estão dispostos a gastar mais em produtos sustentáveis. ImagePower® Green Brands 2011
Global Environment Facility (GEF) - Guia para Organizações da Sociedade Civil
O Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility - GEF) lançou uma nova versão do guia que descreve a sua infraestrutura, parcerias e objetivos estratégicos, oferecendo também diretrizes para organizações da sociedade civil acessarem seus recursos.
Aprimorar a tomada de decisão por parte das empresas ao informá-las sobre os reais benefícios e valores dos serviços ecossistêmicos dos quais dependem e impactam, este é o objetivo do novo guia lançado pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD).
O guia foi testado por 14 membros corporativos do WBCSD, trabalhando em conjunto com quatro parceiros, a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), o World Resources Institute (WRI), Environmental Resources Management (ERM) e PricewaterCoopers.
O WBCSD acredita que o guia operacionaliza os conceitos de valoração dos ecossistemas enfatizados no estudo mundialmente reconhecido TEEB (The Economics of Ecosystems and Biodiversity).
Para se ter uma idéia do que está sendo ignorado no processo atual de desenvolvimento a qualquer custo, apenas o desmatamento anual ao redor do mundo causa uma perda do capital natural equivalente a € 1,35 trilhões. Apenas a contribuição anual para a agricultura da polinização realizada por insetos é avaliada em US$ 190 bilhões, segundo dados do TEEB.
A depredação e modificação nos ecossistemas terrestres têm conseqüências não apenas naturais de perda da biodiversidade, mas trazem riscos para as empresas através da redução cada vez mais acentuada da produção de serviços ambientais, e isto é o que enfatiza o relatório.
O guia traz definições de conceitos chave, como serviços ecossistêmicos, dados essenciais e sugestões de ações que podem ser implementadas para a identificação s riscos ecossistêmicos inerentes a cada setor corporativo e como mitigá-los.
O relatório The State of Green Business afirma que mesmo com a recessão nos países mais ricos, as grandes corporações enxergaram as oportunidades da economia de baixo carbono, investindo como nunca em questões ambientais.
Publicação: Greenbiz Group, fevereiro de 2011 Idioma: inglês
O papel dos ecossistemas no desenvolvimento de uma ‘Economia Verde´ sustentável
Esta publicação discute como investimentos nos ecossistemas podem resultar em benefícios a nível global e local, ao mesmo tempo em que melhoram o modo de vida das populações.
As principais mensagens do relatório são que: os benefícios dos ecossistemas não são adequadamente valorados ou contabilizados nas decisões e políticas nacionais; políticas de respostas às mudanças do clima apresentam uma oportunidade para acertar no processo de valoração através do investimento em adaptação e mitigação; a adaptação focada nos ecossistemas pode ajudar na mudança social; há necessidade de uma nova abordagem para o desenvolvimento econômico onde os ecossistemas são a base.
Publicação: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, dezembro de 2010 Idioma: inglês Baixe o relatório
Sustentabilidade Aqui e Agora
Segundo uma pesquisa realizada em 11 capitais brasileiras pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Walmart, apoiador estratégico do Akatu, a maioria dos brasileiros (59%) considera que a preservação ambiental merece atenção prioritária em relação ao crescimento econômico. Outros 41% dos entrevistados defendem o contrário.
Apesar da percepção da necessidade da preservação ambiental, segundo o levantamento, ações concretas que contribuam para melhores resultados ainda são realidade de uma minoria: nos últimos 12 meses, apenas 13% dos entrevistados procuraram diminuir o uso do automóvel, 17% deixaram de comprar algum produto por acreditar que faz mal ao meio ambiente e 27% compraram algum produto orgânico, que em média, custa 30% mais caro.
Com relação à destinação correta de resíduos, a pesquisa mostra ainda que mais de 70% dos entrevistados jogam pilhas e baterias no lixo comum; 66% descartam remédios no lixo doméstico; 33% jogam tintas e solventes no lixo doméstico; 39% descartam óleo de cozinha usado na pia e 17% guardam lixo eletrônico em casa.
Segundo a pesquisa, os entrevistados relacionam o termo “meio ambiente” a questões que se manifestam perto de suas casas, como problemas na coleta de lixo e falta de áreas verdes. Dos entrevistados, 40% acham que limpeza pública é o principal problema ambiental nas suas cidades ou bairros e, em segundo lugar, a falta de áreas verdes, com 9% das respostas. A maioria (61%) atribui a responsabilidade da preservação ambiental a órgãos públicos (prefeitura e governo). Só 18% responderam que o meio ambiente é responsabilidade também do indivíduo.
Outro dado interessante é que os brasileiros apostam na próxima geração para solidificar uma sociedade mais atuante em prol do meio ambiente. Entre os entrevistados, 63% dizem que a escola é o local mais apropriado para a construção da consciência ambiental, seguido de comunidades (58%) e igrejas (43%).
Publicação: Ministério do Meio Ambiente e Wallmart, dezembro de 2010 Idioma: português Baixe a publicação
O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial
Entre 2006 e 2010, manteve-se em 5% o percentual da população brasileira que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo. São os chamados consumidores conscientes. Considerando-se o aumento populacional nesse período, houve, entretanto, um crescimento de cerca de 500 mil consumidores conscientes.
Publicação: Instituto Akatu e Instituto Ethos, dezembro de 2010 Idioma: português
Uso Sustentável e Conservação dos Recursos Florestais da Caatinga
A publicação reúne artigos técnico-científicos resultados de 25 anos de pesquisa, considerando a relevância do manejo sustentável das florestas da Caatinga para o desenvolvimento econômico e social do Semiárido, bem como, sua influência sobre os meios de vida da população.
Publicação: Serviço Florestal Brasileiro, dezembro de 2010 Idioma: português
O Instituto O Direito por um Planeta Verde, no âmbito do Projeto Direito e Mudanças Climáticas nos Países Amazônicos, lançou o e-book “SERVIÇOS ECOLÓGICOS”. Este é o terceiro volume da série DIREITO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS, dentro de uma estratégia de produção doutrinária sobre o tema e aproximação dos operadores do Direito com a matéria.
A economia do ambiente vem demonstrando que é menos oneroso para a humanidade pagar pela manutenção das florestas em pé do que compensar a sua supressão, que é decorrente do interminável desmatamento que vem assolando as formas de vegetação que são sumidouros de carbono, responsáveis pelo sequestro de carbono da atmosfera.
Nesta linha surgem os instrumentos econômicos para a conservação da natureza, mais precisamente os Serviços Ecológicos, que vem se apresentando como uma alternativa econômica ao reconhecimento da função ecológica das florestas. As funções ecológicas das florestas podem ser assim sintetizadas: a) fonte de armazenamento de carbono; b) manutenção do sistema climatológico; c) manutenção do ciclo hidrológico; d) contenção de queimadas: a própria umidade da floresta constitui um fator impeditivo à propagação do fogo; e) reciclagem de nutrientes; f) controle de erosão; g) proteção da biodiversidade; h) abrigo para fauna.
Diante deste reconhecimento, o Direito passa a desenvolver instrumentos regulatórios visando ao pagamento, à compensação pelos serviços ecológicos prestados pela natureza e por aqueles que a mantém intacta.
Visa o terceiro e-book da Série Direito e Mudanças Climáticas a apresentar e debater o que tem sido produzido neste tema, bem como apresentar o que temos no Brasil.
Publicação: Instituto O Direito por um Planeta Verde, outubro de 2010 Idioma: português
"Reservas de habitat" na América Latina e Caribe: uma avaliação de viabilidade
A América do Sul e Central tem grande potencial para criação de ‘reservas de habitat´, mecanismos de mercado que visam compensar danos ambientais, afirma este estudo do PNUD e PwC. O esquema de ‘reservas de habitat’, ou ‘habitats banking’ em inglês, se aplica quando certa área é restaurada, conservada ou enriquecida visando aumentar o seu valor para a conservação. Em troca pela restauração e proteção permanente da área, o proprietário pode vender créditos para empresas ou desenvolvedores de determinados empreendimentos.
Estes últimos podem então satisfazer exigências legais de compensação por danos ambientais causados por seus projetos na mesma área ou em outros locais. O princípio é similar ao aplicado globalmente nos mercados de carbono, porém o bem protegido é mais amplo, pois não foca apenas no carbono e sim em todo um ecossistema.
Publicação: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e PricewaterhouseCoopers, outubro de 2010 Idioma: inglês
Esta pesquisa detalha o preço implícito do carbono na eletricidade de seis grandes economias e mostra que as empresas geradoras britânicas que utilizam combustíveis fósseis são as que mais pagam, seguidas, surpreendentemente, pelas chinesas.
Publicação: Climate Institute e Vivid Economics , outubro de 2010 Idioma: inglês
Este novo livro disponível para download, delineia opções de financiamentos para a conservação e manutenção dos serviços ecossistêmicos mostrando como é possível disponibilizar uma grande quantidade de recursos até 2020.
Publicação: Global Canopy Programme, outubro de 2010 Idioma: inglês
Este relatório afirma que se os atuais padrões de crescimento e consumo persistirem serão necessários dois planetas Terra para suprir a demanda anual de toda a população mundial em 20 anos.
O documento é uma das maiores auditorias já realizadas sobre a situação de quase oito mil populações de mais de 3500 espécies diferentes. Ele contém descrições de como o atual padrão de consumo já resultou na perda de quase 60% da biodiversidade nos países mais pobres nos últimos 40 anos.
Repensando as Estratégias Globais para Biodiversidade
O crescimento da população e do consumo irá criar uma pressão tão grande sobre os ecossistemas que as atuais políticas de proteção do meio ambiente através de reservas de conservação serão ineficientes para reduzir as perdas da biodiversidade, esta é a principal conclusão do estudo "Rethinking Global Biodiversity Strategies".
Segundo o relatório, a única maneira de frear de forma consistente a perda da biodiversidade é fazendo uma mudança estrutural no nosso modelo de produção e consumo, mesmo que para isso sejam necessárias leis severas limitando a pesca, a expansão da pecuária e determinando a alteração do uso da terra.
Publicação: Agência de Análise Ambiental dos Países Baixos (Netherlands Environmental Assessment Agency - PBL), outubro de 2010 Idioma: inglês ou leia em português a reportagem da CarbonoBrasil
Estas
publicações tem a finalidade de consolidar e reunir informações sobre a
agroenergia, visando dar maior publicidade e transparência às
informações do governo e auxiliar o setor produtivo, universidades,
associações e demais interessados, além do próprio governo, na gestão de
políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável da área.
Esta pesquisa realizada pela ONG Union for Ethical BioTrade no Brasil, Europa e Estados Unidos demonstrou que os brasileiros estão muito mais conscientes do significado de biodiversidade do que os seus colegas do primeiro mundo. O estudo leva em conta a conscientização em três perspectivas diferentes: consumidor, indústrias e mídia.
Publicação: Union for Ethical BioTrade, junho de 2010 Idioma: inglês Baixe a pesquisa Veja a matéria da CarbonoBrasil sobre a pesquisa
Estado dos Negócios Verdes
O relatório "State of Green Business" é um estudo que mede os impactos ambientais da crescente economia "verde", documentando se e como as empresas as empresas estão reduzindo seus impactos ambientais. Os resultados revelam que mais empresa estão fazendo mais, porém apenas suavemente.
Inspirada em guias internacionais, publicação inédita no Brasil traz recomendações sobre como as empresas devem comunicar a Sustentabilidade junto aos diversos stakeholders.
Publicação: Conselho Empresarial Brasileiro para o desenvolvimento sustentável, março 2010 Idioma: português
Comunicando sobre o engajamento nas políticas climáticas: Um guia para o reporte da sustentabilidade
O relatório oferece diretrizes para guiar empresas no reporte das suas políticas climáticas, apresentando o que está sendo feito atualmente e uma série de recomendações.
Publicação: Business for Social Resposability (BSR), março 2010 Idioma: inglês Leia o relatório
Construindo Negócios em Biodiversidade
O relatório visa identificar potenciais mecanismos de mercado e novas oportunidades de negócios para a conservação da natureza. Ele representa o resultado de consultas com mais de 60 organizações, incluindo bancos e seguradoras, fundações, agências, ONGS, formadores de opinião, etc.
Publicação: IUCN (International Union for Conservation of Nature), Shell International Limited, Forest Trends, Green Horizons Environmental Consultants Limited, Earthmind - 2008 Idioma: inglês Baixe o relatório
Estado dos mercados de biodiversidade: Programas compensatórios ao redor do mundo
Durante um ano a equipe por trás do relatório pesquisou esquemas para a preservação da biodiversidade que tornam possível que empreendedores promovam contrapartidas para quaisquer danos que causem ao meio ambiente.
Publicação: Ecosystem Marketplace, março de 2010 Idioma: inglês
Explorando o caso de um mecanismo de desenvolvimento verde (GDM)
Este documento foi preparado para ser utilizado nas discussões do Workshop Internacional sobre Mecanismos Financeiros Inovadores em Bonn (Alemanha) de 27 a 28 de janeiro de 2010.
Ele visa discutir a possibilidade de estabelecimento de um mecanismo de desenvolvimento verde (GDM, sigla em inglês) em suporte à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).
A iniciativa GDM, financiada pelo governo da Holanda, foi lançada no final de 2009 em resposta ao crescente interesse de se criar um mecanismo financeiro de desenvolvimento verde inovador sob a CDB. O próximo encontro da CDB será realizado em Nagoya, Japão, em outubro de 2010.
Publicação: GDM 2010 Initiative Steering Committee, janeiro de 2010 Idioma: inglês
O Pequeno Livro de Finanças Climáticas - Um guia para o financiamento de opções para as florestas e mudanças climáticas
Não existe um assunto mais discutido durante o encontro da UNFCCC em Copenhague do que recursos financeiros, este livro é um guia para as diversas propostas para lidar com esta questão. As diferentes propostas são apresentadas utilizando uma linguagem clara e não técnica, e através de recursos visuais que permitem que elas sejam compreendidas e comparadas rapidamente.
Publicação: dezembro de 2009, Global Canopy Programme Idioma: inglês
Panorama do comportamento ambiental do setor empresarial no Brasil
Este estudo apresenta um panorama do comportamento ambiental do setor empresarial no país, com foco na área industrial, demonstrando como as empresas têm buscado compatibilizar crescimento econômico em harmonia com o meio ambiente e a promoção da qualidade de vida das pessoas. Para tanto, utilizando-se de algumas estatísticas ambientais, foram caracterizados os principais investimentos e gastos em meio ambiente realizados pelo Setor e examinadas outras ações desenvolvidas que consideram, como diferencial de competitividade e acesso a novos mercados, o fomento a modelos de gestão empresarial que tenham entre seus objetivos a qualidade nas relações e a “sustentabilidade sócio-econômicoambiental”.
Autor: Karen Pires de Oliveira Publicação: Divisão de Desenvolvimento Sustentável e Assentamentos Humanos - setembro do 2005 Idioma: português
Este e-book celebra a trajetória pacifista de três décadas da economista e ambientalista Amyra El Khalili, como resultado dos primeiros dez anos da construção econômica socioambiental na América Latina e no Caribe. Trata-se da compilação de alguns de seus principais artigos e entrevistas reproduzidos, discutidos e apresentados em listas na internet, em diversas publicações, palestras, debates, congressos, conferências e seminários no Brasil e no exterior.
Nesta obra, você refletirá sobre temas como economia de mercado, meio ambiente e finanças sustentáveis, redes solidárias e suas estratégias, mudanças climáticas e mercados emergentes, financiamentos de projetos e negócios socioambientais, conflitos sociopolíticos, espiritualidade e esperança, guerra e paz.
Autor: Amyra El Khalili Publicação: maio de 2009 Idioma: português
A cartilha "O Olho do Consumidor" foi produzida pelo Ministério da Agricultura, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor.
Abordagem econômica da biodiversidade e dos serviços ligados aos ecossistemas - Contribuição à decisão pública
Este relatório tem dois objetivos principais:
Realizar uma apresentação e uma análise crítica dos métodos para estimar os valores econômicos da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos;
Aplicar estes métodos aos ecossistemas presentes sobre o território francês afim de fornecer valores de referência que possam ser utilizados, em particular, na avaliação sócio-econômica dos investimentos públicos.
Publicação: Centre d"Analyse Stratégique - abril de 2009 Idioma: francês
Esta é uma ferramenta gratuita e fácil de usar destinada a empresas e organizações que desejam mapear o uso de água e lidar com os riscos relativos às operações globais e à cadeia de fornecimento. O objetivo é auxiliar as corporações a melhorar o gerenciamento do uso da água.
Autor: World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) Idioma: inglês
Os esquemas de PSEs incentivam entidades que se beneficiam dos serviços ecológicos para pagar pela manutenção destes ecossistemas, mas como? Durante a Conferência de Biodiversidade (COP 9) de Bonn, a ONG Forest Trends, o Grupo Katoomba e o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP) publicaram este relatório que responde a esta questão.
Publicação: 2008 Idioma: inglês Clique aqui para ler o relatório na íntegra
Riscos Globais 2009
Resultante das discussões do Fórum Econômico Mundial de 2009, este relatório ressalta uma série de riscos econômicos derivados da crise financeira global, alertando para os perigos de políticas que não lidam com as causas da crise. Além disso, identifica vazios na governaça global, problemas relacionados aos recursos naturais e ao clima como sendo questões centrais que o mundo terá que enfrentar este ano.
Explorando os recursos naturais: crescimento, instabilidade e conflitos no Oriente Médio e Ásia
Este livro apresenta a exploração insustentável de três recursos naturais elementares na Oriente Médio, sul e sudeste da Ásia: florestas, água e minerais. Os especialistas discutem os padrões atuais de exploração dos recursos na forma de desmatamento, hidroelétricas e extração mineral e as suas implicações para a estabilidade doméstica e regional e para a segurança humana.
Publicação: 2009 Autor: Henry L. Stimson Center Idioma: inglês
Clima - Energia - Desenvolvimento, um Guia de Boas Práticas
Este guia é direcionado para boas práticas relacionadas a modelos tecnológicos e abordagens que ligam o desenvolvimento com a luta contra as mudanças climáticas nos países do Sul. Ele tem como foco os atores de desenvolvimento em todos os setores, tanto do norte quanto do sul (instituições dos países em desenvolvimento, agências doadoras, agências de cooperação técnica, etc).
Para mais informações entrar em contato com o GERES (Caroline Pierret) no email c.pi...@geres.eu
Autor: GERES (Groupe Energie renouvelable Environnemnt et Solidarités) Publicação: dezembro de 2008 Idioma: inglês e francês
Abordagens internacionais para compensação dos impactos sobre a diversidade biológica
Este relatório inclui aspectos selecionados da regulamentação sobre a mitigação e compensação de impactos ambientais na Argentina, Brasil, Egito, Madagascar e México
Publicação: Leibniz Institute of Ecological and Regional Development, Berlin University of Technology (TUB) - Institute for Landscape Architecture and Environmental Planning - Março de 2009. Idioma: inglês