Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais
O Altas nasceu da necessidade de conhecer o quanto e onde o SNUC está sendo eficiente em proteger as espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. De fato, esta é uma pergunta de difícil resposta, que só agora com esta publicação, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade começa a responder.
Este Atlas nasce, portanto, a partir de um primeiro esforço de compilar as informações existentes sobre as ocorrências de espécies ameaçadas em UCs Federais. Informações estas que se encontram amplamente dispersas e armazenadas em formatos muito distintos.
Ferramentas para mapeamento de benefícios múltiplos em projetos de REDD+
Visando analisar os múltiplos benefícios dos projetos de REDD+, este kit foi desenvolvido em uma base customisada para uso no ArcGIS 9.3. Ele oferece uma série de ferramentas rasterizadas para ajudar na identificação, mapeamento e compreensão das relações espaciais entre os estoques ecossistêmicos de carbono, outros serviços ambientais, biodiversidade, uso da terra e pressões sobre os recursos naturais.
A resolução da análise é definida pelo usuário, sendo que o kit é flexível e usa uma metodologia eficiente e consistente que reduzirá o tempo necessário para empreender tais análises.
Climate-regulation services of natural and agricultural ecoregions of the Americas
Pesquisadores calculam a capacidade das florestas de resfriar o ambiente e salientam que esse serviço ecossistêmico deveria ser levado em conta para justificar ações de mitigação do aquecimento global e de uso da terra. Leia o estudo (inglês) Leia a reportagem
Iniciativas Climáticas Florestais em Comunidades
O relatório contem lições aprendidas até agora pelo Green Belt Movement com o financiamento de carbono para proteção de florestas.
Publicação: Green Belt Movement - GBM, dezembro de 2011 Idioma: inglês
Mudanças globais no uso da terra entre 1990 e 2005 - Resultados iniciais de uma pesquisa por sensoriamento remoto
Um novo sistema de pesquisa por satélite, utilizado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), revela que a área total das florestas no mundo era de 3,69 bilhões de hectares em 2005, cerca de 30% das terras do planeta. Segundo o levantamento, o ritmo do desmatamento, com uso de áreas florestais para fins agrícolas, foi de 14,5 milhões de hectares por ano entre 1990 e 2005, confirmando estatísticas anteriores.
As estimativas são baseadas no mais abrangente sistema de satélite de alta resolução já utilizado para captar imagens das florestas. É diferente dos resultados divulgados pela FAO na Avaliação dos Recursos Florestais Mundiais 2010 (FRA), baseado em cálculos fornecidos por países que utilizavam as mais variadas fontes de informação.
Segundo esse documento, um quarto das terras do planeta estão "altamente degradadas".
A FAO afirma que o problema atinge todo o planeta: na América Central, os planaltos estão sendo deteriorados pela erosão, as savanas da África ocidental estão ameaçadas pela desertificação e a Europa ocidental e o Estados Unidos estão afetados pela poluição das terras e das águas.
Estado dos mercados de carbono florestal 2011: da cobertura florestal à moeda corrente
Relatório aponta que projetos de carbono florestal comercializaram em 2010 US$ 178 milhões, o equivalente a cerca de 30 milhões de toneladas de carbono equivalente, mas ainda há um longo caminho pela frente.
Publicação: Ecosystem Marketplace, outubro de 2011 Idioma: inglês
Distúrbios abióticos e a sua influencia na saúde das florestas
Este relatório enfatiza que as florestas estão sofrendo ameaça crescente devido aos eventos meteorológicos extremos, revisando o atual estágio de conhecimento sobre os impactos de eventos meteorológicos, climatológicos, hidrológicos, geofísicos e antropogênicos.
Colocando em foco os altos custos humanos e financeiros resultantes dos cerca de 4 mil eventos de distúrbios abióticos entre 2000 e 2009, o relatório lista vários impactos de larga escala sobre as florestas, e conseqüentemente, o setor florestal ao redor do mundo.
Publicação: Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO, em inglês), agosto de 2011 Idioma: inglês
Pacto pela restauração da mata atlântica : referencial dos conceitos e ações de restauração florestal
O esforço integrado de conservação e restauração da Mata Atlântica deve necessariamente passar por uma padronização e atualização do conhecimento científi co e empírico acumulado nesses temas, incluindo uma contextualização temporal desse conhecimento e a sua tradução em ações específi cas, mas sempre buscando o referencial teórico que sustentava a adoção dessas ações.
Nesse sentido, esse documento foi construído para sustentar as ações de restauração da Mata Atlântica, que deverão ser potencializadas com o esforço coletivo e integrado do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica através das organizações não governamentais, governos federal, estaduais e municipais, proprietários rurais, comunidades tradicionais, cooperativas, associações e empresas.
Publicação: LERF/ESALQ : Instituto BioAtlântica, 2009 Idioma: português
Três artigos sobre a redução de emissões por desmatamento e degradação, conservação, manejo florestal sustentável, manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal (REDD+), revisados por especialistas, foram publicados com o objetivo de focar nas questões de participação, divisão de benefícios e salvaguardas.
Publicação: UN REDD Programme e Forest Carbon Partnership Facility, julho de 2011 Idioma: inglês
Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação X Áreas de Risco - o que uma coisa tem a ver com a outra
Este é o relatório de inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro no verão de 2011. Foi publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com o apoio do WWF-Brasil e outras organizações.
Os técnicos do MMA avaliaram 657 deslizamentos ocorridos numa área de 6 mil hectares. Constataram que 92% dos acidentes foram ocasionados por ocupações indevidas das áreas. Nos restantes 8% dos casos não foi possível identificar a pressão antrópica como causadora dos deslizamentos.
Datafolha entrevistou 1.286 brasileiros e revelou que a opinião dos eleitores não foi levada em consideração pela Câmara dos Deputados, já que a maioria é contra as principais mudanças na legislação e apoiaria o veto da presidente Dilma Rousseff.
Ao longo dos últimos quatro anos, as negociações das Nações Unidas sobre a Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD+) se tornaram centrais nas discussões globais sobre mudanças do clima. Infelizmente ainda há uma série de conceitos equivocados sobre o uso de mercados de carbono para financiar a proteção florestal. O objetivo deste relatório é demonstrar por que estas presunções são falsas ou enganosas.
Autores: FERN, Greenpeace, Friends of the Earth, The Rainforest Foundation Idioma: inglês
REDD-plus and Biodiversity Volume 59, tem como objetivo ajudar especialistas a implementar medidas de conservação.
REDD no Brasil - Um enfoque amazônico: fundamentos, critérios e estruturas institucionais para um regime nacional de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação
O livro foi realizado a partir de um estudo elaborado em parceria entre o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) e o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos do Governo (CGEE). A partir da nova publicação, destacados cientistas na discussão REDD, entre eles Carlos Nobre (MCT), Karen Cope (MMA), Ronaldo Serôa da Motta (Ipea/RJ), Juliano Assunção (PUC/RJ), Eustáquio Reis (IPEA/RJ), e Paulo Moutinho (IPAM) , discutiram durante o evento os parâmetros regulatórios hoje existentes e as alternativas que poderão ajudar o país a encontrar formas de fazer com que os recursos que virão por meio do REDD possam sustentar um novo modelo de desenvolvimento na região amazônica.
Para elaborar a publicação, a Secretaria de Assuntos Estratégicos definiu a linha da reflexão em torno de duas perguntas fundamentais: nas mãos de quem está o carbono na Amazônia e como funcionaria um mercado compensatório de carbono na região, especialmente considerando a diferença no perfil histórico de uso da floresta entre estados tão diversos como Amapá, com praticamente toda a floresta ainda intocada, e Rondônia, que já perdeu mais de 40% de sua cobertura original?
A resposta a tais questões transcendeu o escopo limitado da maior parte das publicações sobre REDD. Mais do que situar a questão em termos dos parâmetros regulatórios hoje existentes, o trabalho propõe uma estrutura em torno da qual o debate sobre as alternativas abertas à Amazônia possa resultar nas melhores escolhas para as atuais e as futuras gerações.
The context of REDD+ in Brazil - Drivers, agents and institutions
O Centro Internacional de Pesquisa Florestal divulgou uma visão geral do mecanismo de redução das emissões por desmatamento e degradação no Brasil, destacando os principais problemas e indicando as perspectivas para a ferramenta
REDDy: Oportunidades e papéis das instituições financeiras nos mercados florestais de carbono
O enorme potencial dos mercanismos florestais de carbono deve ser acessado com políticas bem elaboradas, que atrairão recursos financeiros do setor privado em larga escala. Esta é uma única forma de se alcançar a quantia multi-bilionária necessária para acabar com o desmatamento e ajudar na mitigação das mudanças do clima, conclui este relatório.
O relatório também delineia por que o setor privado deve se interessar pelo REDD +, discutindo uma série de ferramentas financeiras que podem ser atraentes para gestão de riscos.
Publicação: Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (em parceria com grandes instituições financeiras como o Banco Merril Lynch) - PNUD, maio de 2011 Idioma: inglês Baixe o relatório
Estimando os custos de oportunidade do REDD +
Este manual visa possibilitar a análise dos custos das ações de REDD +. Ele é voltado para as instituições que estão formulando as políticas e programas nacionais de desmatamento evitado e busca facilitar a compreensão dos custos de oportunidade, ou seja o valor gerado pelas atividades econômicas para as pessoas que vivem nas fonteiras florestais.
Publicação: World Bank Institute e Forest Carbon Partnership Facility, abril de 2010 Idioma: inglês
Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais
Metade das 627 espécies brasileiras ameaçadas de extinção vive em unidades de conservação federais, onde estão mais protegidas do risco de desaparecer da natureza, é o que mostra levantamento realizado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O levantamento detalha quais são e onde estão as 314 espécies encontradas em unidades de conservação (UCs) de todo o país, inclusive no bioma marinho. Entre os animais ameaçados encontrados nas áreas de conservação, estão o peixe-boi-da-amazônia, a onça-pintada, o mico-leão-dourado e a arara-azul-de-lear, símbolos da fauna brasileira ameaçada.
Publicação: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), abril de 2011 Idioma: português
Investindo em Carbono Florestal: Lições dos primeiros 20 anos
Para este relatório foram ouvidos mais de 50 participantes do mercado, entre investidores, desenvolvedores de projetos, negociadores e legisladores. O relatório identifica uma série de lições que servem para todos os desenvolvedores e explica as grandes dificuldades e oportunidades que os créditos florestais apresentam atualmente.
Publicação: Katoomba Group, Ecosystem Marketplace e Forest Trends, com o apoio do Bio-Logical Capital, março de 2011 Idioma: inglês
Desenvolvendo Salvaguardas Socioambientais de REDD+: um guia para processos de construção coletiva
O guia apresenta uma proposta passo-a-passo para processos de elaboração de salvaguardas socioambientais de REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal).
Publicação: Iniciativa Brasileira de Princípios e Critérios Socioambientais de REDD+, fevereiro de 2011 Idioma: Português, Inglês, Espanhol e Francês
Esta publicação concisa (12 páginas) discute os desafios na implementação de um mecanismo para a redução das emissões por desmatamento e degradação e o papel da conservação, uso sustentável das florestas e melhoria dos estoques de carbono em países em desenvolvimento (REDD +).
Publicação: UN-REDD Programme, dezembro de 2010 Idioma: inglês, francês e espanhol
Este é o quarto volume da série Direito e Mudanças Climáticas, dentro de uma estratégia de produção doutrinária sobre o tema e aproximação dos operadores do Direito com a matéria.
Ao trazer para o debate as propostas de alteração que tramitam no Congresso Nacional, especialmente as decorrentes do substitutivo ao projeto de lei apresentado pelo Deputado Aldo Rebello, percebeu-se de forma clara e incontroversa que, apesar do Código Florestal não ter sido criado com esta finalidade, hoje é uma das leis brasileiras que mais regras de mitigação das mudanças do clima traz.
Publicação: O Direito por um Planeta Verde, novembro de 2010 Idioma: português Baixe o e-book
McREDD: Como as curvas de custos da McKinsey estão distorcendo o REDD
Neste artigo, a Rainforest Foundation argumenta que um
dos estudos mais utilizados para representar os custos do mecanismo de redução
das emissões por desmatamento e degradação (REDD), subestima os verdadeiros valores.
Desenvolvido pela consultoria McKinsey & Company, a
ONG britânica alega que as curvas de custos do estudo não levam em conta
corretamente os valores das transações e implementação, negligenciam os
desafios de governança e subestimam atividades não integradas nos mercado
formais, como a agricultura de subsistência.
O modelo da McKinsey tem sido utilizado por vários
países no desenvolvimento das suas estratégias de REDD, como a Indonésia,
Guiana, Brasil, entre outros.
Publicação: Rainforest Foundation, novembro de 2010 Idioma: inglês
Impactos potenciais das alterações propostas para o Código Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos
Este documento elaborado por pesquisadores do Programa Biota Fapesp e pela Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação (ABECO) faz uma síntese das preocupações ambientais de pesquisadores da área ambiental, que acreditam que a proposta do novo Código Florestal, apresentada pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), não fazem sentido algum à luz de tudo que a Ciência já sabe em relação à conservação da natureza.
Publicação: Programa Biota Fapesp e pela Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação (ABECO), outubro de 2010 Idioma: português
A biodiversidade das florestas mundiais está ameaça por altas taxas de desmatamento e degradação, assim como o declínio da área de florestas primárias. Em muitos países, entretanto, há uma tendência contínua em direção a conservação da diversidade biológica via áreas dedicadas à preservação.
Estas são algumas das conclusões do relatório ‘Global Forest Resources Assessment 2010 ‘ (FRA 2010) da Organização para Alimentação e Agricultura (FAO), uma das avaliaçõs mais abrangentes do estado das florestas mundiais.
Um workshop global para especialistas sobre os benefícios da redução das emissões por desmatamento e degradação (REDD) para a biodiversidade foi co-organizado pelo secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e pelo Programa UN REDD em Nairobi de 20-23 de setembro de 2010.
O objetivo do workshop foi apoiar os países em desenvolvimento nos esforços de planejar e implementar atividades piloto de REDD condizendo com a implementação da CDB. O relatório está sendo disponibilizado.
Proposta para um programa integrado de compensações para REDD (IREDD)
Este relatório chamado "An Integrated REDD Offset
Program (IREDD) for Nesting Projects under Jurisdictional Accounting" propõe
uma abordagem ampla para o enquadramento dos projetos de redução das emissões
por desmatamento e degradação (REDD), envolvendo a geração de compensações de
emissão através de um sistema híbrido (nested approach).
A proposta pretende inserir um mecanismo baseado em projetos
nas estratégias nacionais e regionais de contabilização das atividades de REDD.
Publicação: Terra Global, setembro de 2010 Idioma: inglês
O objetivo deste guia é identificar a estrutura e o funcionamento de projetos de Redução de Emissões por Desmatamento e da Degradação florestal, conservação, manejo sustentável das florestas e aumento dos estoques florestais (REDD ).
A publicação apresenta projetos e iniciativas relacionadas ao tema nos países da América Latina, além de contar com mapeamento de projetos em fase de implementação em diversos países como Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala, Paraguai e Peru.
Publicação: The Nature Conservancy, Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam) e Cooperação Técnica Alemã (GTZ), setembro de 2010 Idioma: português
Engajando o setor privado na potencial geração de créditos de carbono REDD
Uma equipe de especialistas da Climate Focus analisou as oportunidades para o envolvimento do setor privado na geração de créditos com a redução das emissões por desmatamento e degradação (REDD ). A pesquisa foca nas maneiras pelas quais o setor privado pode ser incentivado a investir em atividades de REDD quando a linha de base para creditação é estabelecida a nível nacional.
Publicação: Climate Focus, setembro de 2010 Idioma: inglês
Aumentar a governança florestal, valorizando a transparência de informações, participação pública na tomada de decisões e o respeito e reconhecimento dos direitos das populações tradicionais e povos indígenas estão entre os principais objetivos dos “Princípios e Critérios Socioambientais de REDD ”. O documento é o resultado de um processo aberto, que contou com a colaboração de um grupo multissetorial da sociedade brasileira.
Publicação: Comitê de Elaboração e Revisão o Grupo de Trabalho Amazônico, julho de 2010 Idioma: português
Kit para avaliação de impactos sociais de projetos florestais de carbono
Os benefícios dos projetos florestais de carbono para as comunidades locais têm sido difíceis de auferir dada a falta de ferramentas custo-efetivas e credíveis para a avaliação dos impactos. Em resposta a esta questão foi produzido um manual para os proponentes de projetos sobre como conduzir as análises.
Publicação: Forest Trends, em colaboração com Climate, Community and Biodiversity Alliance (CCBA), Rainforest Alliance e Fauna & Flora International (FFI), julho de 2010 Idioma: inglês
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) lançou, com o apoio da The Nature Conservancy (TNC), duas publicações que visam auxiliar os povos indígenas sobre mudanças climáticas e ameaças às Terras Indígenas: a primeira, a Cartilha Mudanças Climáticas e Povos Indígenas, que tem o objetivo de criar um instrumento de multiplicação do conhecimento e visões sobre mudanças climáticas para ser utilizado nas aldeias e em capacitações com os indígenas. A publicação traz explicações sobre o que são mudanças climáticas e suas relações diretas e indiretas com os indígenas e seus territórios. Escrita e ilustrada pelos alunos do Centro Amazônico de Formação Indígena (CAFI), da turma de Gestão Etnoambiental de 2009, o conteúdo da cartilha foi desenvolvido a partir do trabalho final do módulo sobre mudanças climáticas, que contou com professores da COIAB, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), do Woods Hole Research Center (WHRC) e do Instituto Socioambiental (ISA).
A segunda publicação, Povos Indígenas, Terra e Proteção na Amazônia, estudo desenvolvido pela COIAB com apoio técnico da TNC e da Fundação Vitório Amazônica (FVA), reforça o fato de que as Terras Indígenas contribuem de forma decisiva para barrar a pressão de atividades praticadas ilegalmente e que causam o desmatamento na região. O estudo analisa o desmatamento, as ameaças, as áreas protegidas e as estradas e traz mapas e imagens de satélite explicativos.
Publicação: Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) e The Nature Conservancy (TNC), junho de 2010 Idioma: Português
O IPAM lançou este estudo que visa contribuir na construção de uma estratégia nacional de REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação. Com apoio da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o IPAM apresentou o relatório "Discussões introdutórias sobre princípios e critérios para o mecanismo REDD no Brasil, considerações preliminares sobre estruturas institucionais adequadas e sobre demais aspectos operacionais deste mecanismo".
O trabalho traz opções para a estruturação institucional e a operacionalização de um programa de REDD para a região Amazônica, além de pensar em um sistema de distribuição de benefícios. Participaram do evento representantes da TNC, Amigos da Terra, Embrapa, SPE, Ministério da Fazenda, IPEA, SEMADS, Idesam, CIFOR/USA, FAS, Petrobrás, ISA e o Ministério do Meio Ambiente.
Publicação: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), junho de 2010 Idioma: Português
Abaixo, a lista de arquivos disponíveis para download:
Manual para avaliação do impacto social de projetos de carbono baseados no uso da terra
Este manual é voltado para desenvolvedores de projetos que
buscam mais diretrizes sobre como os impactos sociais podem e devem ser
avaliados custo-efetivamente.
Publicação:
Forest Trends, The Climate, Community & Biodiversity Alliance, FFI e Rainforest
Alliance, junho de 2010 Idioma: inglês
Direitos e realidades do pagamento pelo REDD+
A maior parte das análises que levou ao posicionamento do REDD como a maneira mais rápida e barata para combater o aquecimento global geralmente utiliza o “custo da oportunidade”, ou seja, em contraposição ao valor de outras oportunidades de uso da terra que seriam finalizadas uma vez que os projetos de REDD fossem engajados. Este relatório questiona esta presunção, que ignora questões como a capacitação, reformas jurídicas e governança, indicando que o custo real para um programa sustentável de REDD é provavelmente muito maior.
Autores: Hans Gregersen, Hosny El Lakany, Alain Karsenty, Andy White Publicação: Rights and Resources Initiative, junho de 2010 Idioma: inglês
O que é necessário para fazer o REDD+ funcionar no campo? Lições aprendidas com iniciativas florestais piloto de carbono
Visando oferecer um panorama preliminar do que será necessário para fazer o REDD funcionar em campo, a Conservation International analisa as experiências de 12 iniciativas florestais de carbono nas quais está envolvida. Os projetos são localizados em nove países ao redor da Ásia, América Latina e África, represetando uma variedade de condições geográficas, socio-econômicas e biofísicas.
Publicação: Conservation International, junho de 2010 Idioma: inglês
Trazendo os projetos florestais de carbono para o mercado
Este relatório, financiado pelo Programa de Meio Ambiente
das Nações Unidas (UNEP), UNEP Risoe Centre, Agência Francesa de
Desenvolvimento e BioCarbon Fund, identifica oportunidades para o
desenvolvimento de projetos florestais de carbono lucrativos.
Ele avalia os tipos de atividades de projeto, explica as
diferentes fases de desenvolvimento e identifica os diversos mercados e
mecanismos de carbono disponíveis. O guia utiliza estudos de caso para ilustrar
as boas práticas, histórias de sucesso e armadilhas.
Uma pesquisa de mercado demonstrou 434 projetos florestais
de carbono ao longo dos distintos tipos de projetos (registrados ou em busca de
registro). Em 2007 eram 178. O relatório considera ainda as possíveis formas
que o mecanismo de REDD pode assumir, incluindo ou não o setor privado.
Autores: ONF Internacional Publicação: Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), UNEP Risoe Centre,
Agência Francesa de Desenvolvimento e BioCarbon Fund, maio de 2010 Idioma: inglês ,francês e espanhol (em breve)
State of the Forest Carbon Markets 2009: Taking Root & Branching Out
Com base em informações de mais de 100 instituições, o relatório State of the Forest Carbon Markets: Taking Root & Branching Out apresenta os números e tendências para um mercado com grande perspectiva de crescimentos nos próximos anos
Publicação: Ecossystem MarketPlace, janeiro de 2010 Idioma: inglês
Biodiversidade e modos de vida: Benefícios do REDD
A Cooperação Alemã de Desenvolvimento e o Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) compilaram um guia sobre como o REDD pode lidar simultaneamente com as mudanças climáticas, perda da biodiversidade e pobreza. Esta brochura identifica oportunidades de sinergia e aprimoramento mútuo dos objetivos dos acordos internacionais, especialmente a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima e a CDB. Além disso, também oferece informações históricas sobre as conexões entre a adaptação baseada nos ecossistemas e medidas de mitigação.
Publicação: GTZ e Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), 2009. Idioma: inglês
Este relatório resume as questões institucionais que precisam ser levadas em consideração a fim de estabelecer um quadro institucional internacional que seja eficaz, eficiente e equitativo para a Redução de Emissões do Desmatamento e da Degradação Florestal, o manejo florestal sustentável, a conservação e o aumento dos estoques de carbono (REDD ).
Além disso, esta avaliação adota a noção de que a implementação de REDD deverá progredir em diferentes fases (não necessariamente formalizadas), incluindo: desenvolvimento de uma estratégia nacional e capacitação para REDD (Fase 1), implementação de políticas e medidas nacionais de REDD (Fase 2) e implementação em escala total (Fase 3).
Publicação: Instituto Meridian, Iniciativa Internacional Clima e Florestas do Governo da Noruega, REDD Institutional Options Assessment (REDD IOA) - setembro de 2009 Idiomas: Português, inglês, francês e espanhol
Reduções de Emissão do Desmatamento e da Degradação Florestal (REDD): Relatório de Avaliação de Opções
Este relatório analisa diversas considerações importantes para um futuro mecanismo de REDD no contexto da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e procura aclarar e informar algumas das escolhas críticas que terão que ser feitas sobre a inclusão de REDD num acordo em Copenhague. No plano internacional, um resultado positivo sobre REDD criaria as condições (analisadas no relatório) que permitiriam a implementação eficaz de atividades REDD em países anfitriões, entre elas:
• Incentivos financeiros; • Procedimentos para fixar níveis de referência; • Metodologias de monitoramento, reporte e verificação; • Processos que promovam a participação de povos indígenas e comunidades locais.
Publicação: Instituto Meridian, Iniciativa Internacional Clima e Florestas do Governo da Noruega, REDD Institutional Options Assessment (REDD IOA) - maio de 2009 Idiomas: Português , inglês, francês e espanhol
Mensurando e monitorando o carbono terrestre como parte dos sistemas REDD+ MRV: O estágio da ciência e das implicações para os tomadores de decisão
Este artigo resume os aspectos importantes dos principais métodos de monitoramento e mensuração de carbono, incluindo a sua maturidade, custos e disponibilidade. Além disso, também descreve como as escolhas de diretivas determinam a qualidade das mensurações e do monitoramento e as necessidades de dados e capacitação, e oferece recomendações para evoluir na contabilização completa do carbono terrestre.
Publicação: The Terrestrial Carbon Group, UN-REDD Program, UNEP, UNDP e FAO - Outobro de 2009 Idioma: inglês
Os custos e benefícios de reduzir as emissões de carbono do desmatamento e degradação florestal na Amazônia brasileira
Este relatório apresenta um quadro conceitual para estimar os custos às nações tropicais para a implementação dos programas de REDD, aplicando ao caso da Amazônia brasileira.
Publicação: The Woods Hole Research Center, IPAM, UFMG, 2007 Idioma: inglês
Redução das Emissões de Carbono do Desmatamento no Brasil: O Papel do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa)
Publicação avalia pela primeira vez o papel global das áreas protegidas na Amazônia brasileira e, particularmente, daquelas apoiadas pelo Arpa na redução do desmatamento regional e de suas emissões de carbono.
Autores: Soares-Filho BS, Dietzsch L, Moutinho P, Falieri A, Rodrigues H, Pinto E, Maretti C, Scaramuzza C, Suassuna K, Lanna M, Vascocelos F Publicação: UFMG, IPAM, WHRC e WWF - 2009 Idioma: Português
Em direção a estratégias para o manejo sustentável das florestas na América Latina: Panorama da situação atual e da experiência em determinados países em desenvolvimento
Este estudo recente sobre o status, experiências e perspectivas do setor de finanças para projetos florestais na América Latina enfatiza que um dos principais desafios dos países para a redução da degradação e do desmatamento é a necessidade de tornar o manejo florestal mais competitivo comercialmente e as florestas mais atrativas economicamente. É elementar a promoção dos investimentos em manejo e no pagamento por bens e serviços florestais, e também a certeza que os lucros totais são um reflexo justo do custo e dos benefícios reais da produção sustentável.
Dijk, Kees van & Herman Savenije Publicação: FAO, 2009 Idioma: inglês e espanhol
Incentivos para a sustentação dos serviços florestais ecossistêmicos: Uma revisão e lições sobre o REDD
Pagar as comunidades para proteger as florestas pode ser uma maneira efetiva para lidar com o desmatamento e com as mudanças climáticas, mas apenas se houver boa governança dos recursos naturais, afirma este estudo financiado pelo governo norueguês.
Propriedade no REDD: Ponto inicial ou reflexão posterior?
Com a negociação de novos mecanismos para a Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), a posse da terra precisa receber mais atenção. A posse sobre a terra e sobre as árvores afetará a extensão na qual a REDD beneficiará, ou marginalizará as comunidades florestais. Este relatório pretende promover debates sobre esta questão. Com base na experiência de sete países tropicais (inclusive Brasil), o relatório institui uma tipologia sobre os regimes de propriedade.
Benefícios múltiplos - Questões e opções para o REDD
Este trabalho oferece um panorama sobre as questões e oportunidades a cerca dos benefícios múltiplos resultantes da Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). O Programa da ONU sobre REDD entende o termo benefícios múltiplos incluindo tanto ecossistêmicos como sociais, mas este documento trata apenas do primeiro.
Publicação: UN REDD Programme maio de 2009 Idioma: inglês
A 15ª edição de Observatório Social Em Revista é resultado de nove meses de investigação jornalística que mostraram como funcionam redes de negócios implicadas em crimes ambientais e trabalhistas na Amazônia. As informações colhidas permitiram fechar os elos de uma corrente perversa, que começa no interior da floresta e termina na casa de consumidores em todos os continentes. Organizada em duas partes, a revista mostra as fraudes e os esquemas de desrespeito ao meio ambiente e aos trabalhadores dentro e fora do Brasil. Na primeira parte, é revelado um esquema milionário de exportação de madeira retirada ilegalmente da Floresta Amazônica, envolvendo as maiores empresas mundiais dos setores de pisos e móveis. A segunda parte mostra como funciona o comércio interno da devastação florestal, detalhando as irregularidades relacionadas aos mercados de madeira, soja e pecuária no Brasil.
Por André Campos, Carlos Juliano Barros, Dauro Veras, Leonardo Sakamoto, Marques Casara, Paola Bello e Sérgio Vignes.
Para baixar a revista em formato digital, clique aqui. Para saber mais e solicitar uma versão impressa, clique aqui.
Autor: Observatório Social Publicação: junho de 2009 Idioma: português
Integração do REDD no mercado internacional de carbono: Implicações para futuros compromissos e para regulação do mercado
Para aprofundar as discussões sobre as opções políticas para a Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), o Ministério da Agricultura e Florestas da Nova Zelândia publicou um relatório sobre a interação entre os créditos REDD e o mercado internacional de carbono.
Brasileiros não trocam florestas por produção agropecuária
Os destaques da pesquisa apontam para o fato que os brasileiros são quase unânimes em querer parar o desmatamento, mesmo que isso signifique abrir mão de mais produção agropecuária, e ainda pretendem punir no voto os políticos que se destaquem por defendêlo. Além disso, a grande maioria deseja que os custos gerados pelos danos ambientais no campo sejam cobrados de quem desmatou, mesmo que isso resulte em aumento de custo dos alimentos.
Autor: Datafolha Publicação: abril de 2009 Idioma: português
Alcance territorial da legislação ambiental e a consolidação do uso agropecuário de terras no Brasil
Este documento apresenta dados preliminares de trabalho em desenvolvimento pelo IPAM ‐ Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia cujo objetivo é analisar o volume de áreas desmatadas passíveis de regularização ambiental na Amazônia, conforme a legislação em vigor, considerando dados do programa Prodes do INPE e de estudo do Centro de Pesquisa e Monitoramento por Satélite da Embrapa apresentado na Câmara dos Deputados, em novembro de 2008.
Autor: IPAM ‐ Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia Publicação: 2009 Idioma: português
Lançado durante o encontro da UNFCCC em dezembro de 2008, este é um guia para as negociações da ONU sobre a redução das emissões por desmatamento e degradação (REDD). O REDD tem como objetivo contribuir para cortar pela metade o desmatamento, que é responsável por cerca de 20% das emissões mundiais de dióxido de carbono. Além disso, o mecanismo pode ajudar na luta contra a pobreza ao mesmo tempo em que conserva a biodiversidade e os serviços vitais dos ecossistemas.
Organização: Global Canopy Programme Publicação: dezembro 2008/Atualizado em 2009 Idioma: inglês, francês, português e espanhol
O novo relatório da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO) foca no desafio duplo de que a crise econômica e as mudanças climáticas estão dando forma ao debate sobre o manejo florestal global.
Mantendo a floresta amazônica em pé: uma questão de valores
A retenção de dióxido de carbono (CO2) pela Floresta Amazônica tem um custo estimado entre *R$ 113 e R$ 226 por hectare por ano, segundo um estudo do Instituto Copérnico da Universidade de Utrecht, na Holanda. Encomenando pela WWF, o relatório mostra que este é apenas um dos muitos serviços ecológicos prestados pela Amazônia que, se pagos, podem ajudar a conter a destruição do bioma.
Organização: WWF Publicação: janeiro de 2009 Idioma: inglês
Estimativas de biomassa e estoque de carbono: o caso da Mata Atlântica
O desmatamento histórico da Mata Atlântica pode ter liberado 13 milhões de toneladas de carbono na atmosfera. Isto é o que diz um estudo do Programa Biota-Fapesp, recém publicado na revista Biota Neotropica. O trabalho, que usa de modelos matemáticos para estimar a biomassa disponível no bioma, também revelou que cerca de 900 mil toneladas de carbono ainda estão estocadas nas árvores. Para cada hectare de Mata Atlântica perdida, estima-se que sejam emitidas pelo menos 100 toneladas do poluente. Os monitoramentos no que resta de verde – cerca de 7% da cobertura original – ainda estão em fase inicial e, até o momento, apenas duas equações foram desenvolvidas para a vegetação. No entanto, a longo prazo, os pesquisadores esperam ter, além da estimativa do estoque de carbono em cada compartimento da floresta, informações sobre sua dinâmica e seu tempo de resistência nos diversos trechos do país cobertos pelo bioma.
Fonte: O Eco
Leia o estudo na íntegra clicando aqui (PDF, inglês)
Padrões florestais de carbono 2008
Este novo estudo engloba quatro padrões florestais para o desenvolvimento de projetos para o mercado voluntário, revelando diferenças significativas nas abordagens e auxiliando na escolha do mais adequado para cada tipo de projeto.
Publicação: novembro de 2008 Autor: Carbon Positive Idioma: inglês
Reduzindo as emissões por desmatamento e degradação: qual a contribuição dos mercados de carbono?
Este relatório examina diferentes possibilidades para ampliar a abordagem dos mercados de carbono de maneira que eles ajudem a reduzir as emissões por desmatamento. As principais ações apresentadas são um fundo com base em taxas, o uso da renda de leilões e a expedição de créditos negociáveis.
Publicação: setembro de 2008 Autor: Caisse des Dépôts Idioma: inglês